Peripécia

Entradas do Junho 2008

A usabilidade nossa de cada dia

Junho 3, 2008 · Deixe um comentário

A primeira coisa a se aprender sobre usabilidade é que ela não é arquitetura de informação. Um bom arquiteto de informação precisa conhecer usabilidade assim como precisa conhecer conceitos como ergonomia e experiência do usuário.

Usabilidade é a facilidade de utilizar algo, seja um elevador, um manual, um martelo, um computador ou um software. Se um produto é fácil de usar, ou seja, não possui uma curva de aprendizagem muito elevada, o usuário se sentirá melhor, terá uma maior produtividade e cometerá menos erros.  Contudo, o enfoque aqui é a usabilidade de softwares e sites.

Dominique Scapin, pesquisador francês, denomina usabilidade como a capacidade do software em permitir que o usuário alcance suas metas de interação com o sistema. Ela está presente em todos os pontos no qual existe uma interface, e por isso ela também é muito estudada para auxiliar pessoas que apresentem algum tipo de deficiência ou dificuldade, como cegos e idosos.

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Arquitetura de que?

Junho 3, 2008 · Deixe um comentário

Com o excesso de informação existente na rede e projetos on-lines cada vez mais complexos, o arquiteto de informação se tornou um profissional muito visado. Para não nos sentirmo numa Torre de Babel, tornou-se fundamental a existência de um profissional que saiba organizar, priorizar, categorizar, eliminar os excessos e deixar a navegação o mais intuitiva e agradável possível.

A arquitetura de informação, termo cunhado na década de 1960 pelo arquiteto Wurman, é uma atividade muldisciplinar, que exige conhecimentos provenientes do design, da tecnologia e do jornalismo. O profissional desta área trabalha desde o planejamento, projeta a melhor experiência pro usuário, analisa o design, desenha o fluxo de navegação e informação, e leva em consideração conceitos como usabilidade, experiência do usuário e “encontrabilidade”.

O foco do trabalho é o usuário, ou, como ouvi certa vez uma arquiteta de informação da Agência Click, que infelizmente não recordo o nome, o arquiteto de informação precisa ter “o foco no foco do cliente do cliente”. A principal preocupação não é fazer algo bonito, mas um ambiente onde o usuário consiga se localizar e entender a dinâmica interna rapidamente, achar o que precisa e aproveitar a experiência da melhor maneira possível.

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