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Até agora as aulas trouxeram alguns conceitos básicos relacionados a hipermídia.
Na primeira vimos uma breve história das mídias (imprensa, fotografia, rádio e cinema), o surgimento do computador e de como aos poucos ele foi absorvendo todas as mídias, dando origem a hipermídia, que é a junção de texto, imagem estática, imagem em movimento e som num suporte digital com uma interface gráfica.
Na seguinte foi falado da relevância do hiperlink, seus usos e de como ele é fundamental para a navegação na web como conhecemos hoje.
Na terceira foi apresentado o conceito de interface (elemento que faz a mediação homem-máquina, sendo que na hipermídia ela é o ambiente gráfico) e os pré-requisitos de uma boa interface, que deve ser transparente, invisível, natural, intuitiva, prática. Para a construção de uma boa interface, foram levantados os seguijntes tópicos:
- regras de legibilidade (simplificação, harmonia e contraste);
- tamanho variável das telas dos computadores;
- ícones ajudam na navegação por reconhecimento;
- navegação e comunicaçao devem sre facilitadas;
- manipulação direta;
- estrutura de veja-e-aponte.
O que evitar numa interface:
- reutilizar uma mídia sem adaptá-la ao ambiente digital;
- design confuso;
Por fim, na última aula tratamos da evolução das interfaces gráficas, sua importância e reflexos na navegação atual.
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Interface Gráfica do Usuário, ou GUI (na sigla em inglês) é um tipo de interface do usuário que permite a interação homem-computador. Ela é composta por icones gráficos, indicadores visuais e elementos gráficos especiais chamados “widgets” e, basicamente, foi criada para fazer com que os programas sejam mais fáceis de usar, já que o usuário não é mais obrigado a conhecer comandos complexos, o que diminui sensivelmente a curva de aprendizado.
Uma das principais melhorias proporcionadas pela GUI é o fato dela permitir que um número muito maior de usuários tenham acesso ao computador, já que seu uso passou a ser cada vez mais intuitivo, o que també ajudou na na popularização dos computadores. Conforme elas vão melhorando, vemos que o número de crianças e idosos que utilizam computadores, por exemplo, també aumenta.
As GUI’s costumam usar metáforas de objetos reais para facilitar o entendimento dos ícones, como a lixeira, bloco de notas, etc. Aos poucos sons, voz, vídeos e interfaces de realidade virtual estão sendo incorporadas à GUI.
A primeira interface de interação do usuário com o computador era composta apenas de texto, a exemplo do DOS, existente ainda hoje. Um segundo passo na evolução das interfaces foram as não-gráficas “menu-based interface”, que permitia ao usuário interagir também com o mouse.
Mac e Windows são as interfaces gráficas mais conhecidas atualmente, e ambas foram originadas a partir do que foi desenvolvido no Laboratório de Pesquisa da Xerox Palo Alto, na década de 1970. A Apple usou primeiro nos computadores Macintosh, e depois a Microsoft no sistema operacional Windows.
Nesse link há um histórico bem completo da evolução da GUI, e neste aqui é possível ver diversas imagens da GUI ao longo dos tempos.
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